Boulder Sintra

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Viagem no Temp(l)o Setembro 27, 2011

Filed under: Albarrasintra — Ricardo Alves @ 12:53 pm

Uma vez mais um local anteriormente descoberto e visitado vê, a afluência e o espaço envolvente aumentar. Templo é o nome do sector em crescimento: uma parede larga, alta (o suficiente para poder ser vista no Virtual Earth) e dividida por um canal de descida. A plaquete antiga denunciou o interesse que já tinha despertado noutros escaladores e a factualidade das linhas se encontrarem no limite do razoável para voos com crash’s

Uma habitual redescoberta a golpe de catana, pelo Rasta e pelo Pena, e uma sessão de limpeza, foram necessárias para firmar o excelente clássico ”Queda Livre”. A única linha aberta e provada, desde então.

A ”mística de Sintra continua” e a floresta de acácias desvendou, não pela última vez, um mistério sobre a forma de 8 enigmáticos highballs, projectos estéticos em existentes presas e, razões sagradas como o ”Numero de Ouro” – 7b. Este último numa animada tarde de, limpeza, saídas por cima, descodificação e final encadeamento da sequência pelo Macau.

(por Carlos Simes aka Cuca)

Zé Pistolas a entrar na secção highball do ''Queda Livre'' – 6c/c+. (© Ricardo Alves)

Segue-se o movimento de apanhar o cristal com a mão esquerda e subir o pé direito bem alto. (© Ricardo Alves)

Cuca no crux do bloco. Uma puxada larga ao nível da cintura até uma lateral precária de agarrar, tendo em conta que os pés já estão a uns 4m de altura. (© Ricardo Alves)

Rasta a provar a variante do ''Queda Livre'', com saída pela esquerda originalmente encadeada e cotada de 7a. (© Rita Silva)

John Agostinho a trabalhar a travessia que percorre todo o muro. (© Rita Silva)

Um dos highballs da praxe é este ''Potala'', uma linha fácil e alta que faz inveja a muitas vias da Guia. (© Ricardo Alves)

Outro dos enigmáticos é o ''Tetris'', uma fissura contínua com alguns blocos empilhados, que esperamos que não saltem com alguém agarrado... (© Ricardo Alves)

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Prova que na natureza existe uma proporção geométrica perfeita ou razão áurea que pode ser encontrada nas conchas, nas vibrações sonoras, nas espirais das galáxias, nas ondas do oceano e em inúmeros outros exemplos que envolvem a ordem do crescimento etc., é o ”Número de Ouro”. Uma das linhas mais estéticas encontradas até hoje em Sintra!

Macau na fabulosa sequência de arranque. (© Carlos Simes)

Cuca no poderoso lance. Agora usa-se outra versão após se ter partido a presa da mão direita. (© Ricardo Alves)

A escalada continua mantida, sendo preciso apanhar um aplate de esquerda e uma laje escorregadia de direita. (© Ricardo Alves)

Segue-se o lance final para a beirada e uma escalada fácil para se dobrar este magnífico colosso. Lá no alto compreenderás a razão áurea... (© Ricardo Alves)

 

One Response to “Viagem no Temp(l)o”

  1. Hugo Peniche Says:

    Brutal!! A magia de Sintra continua.


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